terça-feira, 24 de agosto de 2010

Utopia.

Falar sobre consciência pode ser uma tarefa "fácil" e "difícil" ao mesmo tempo. O "fácil" são as explicações científicas sobre o desenvolvimento da consciência no cérebro, que envolvem engrenagens como atenção, memória, circuitos neuronais e estruturas cerebrais, que só serviriam para confundir um pouco mais. Nada disso vem ao caso agora, pelo menos não é esse o meu propósito. Portanto, esqueça! Aqui, vou considerar o lado "difícil", subjetivo e relativo ao sentido ético da existência humana: o SER consciente.


A tagarelice mental, que azucrina tal qual um crime cometido, sem dúvidas não é imoral. É absolutamente humana, natural e foge ao nosso controle. Mas também não é a sua consciência soprando no seu ouvido.


Ao contrário do "vou ou não vou", você é imediatamente tomado por um impulso generoso, procurando fazer tudo conforme foi adestrado, com atitudes educadas e agradáveis para os que estão ao derredor.


Hum! A consciência é assim mesmo: chega sem avisar e não complica, apenas faz!